
O presidente interino de Honduras, Roberto Micheletti, advertiu para que Venezuela e Equador não mandem soldados para o país, pois apesar da carência em recursos econômicos e bélicos, defenderá a "soberania nacional" hondurenha. Ele ainda responsabilizou o líder deposto Manuel Zelaya e os presidentes Hugo Chávez, Rafael Correa (Equador) e Daniel Ortega (Nicarágua) pelas mortes que possam ocorrer no país. "Estamos conscientes de que podem enviar pessoas para provocar distúrbios. Responsabilizo estes senhores e Zelaya se há mortes em nosso país", afirmou.
Enquanto simpatizantes do presidente deposto intensificaram as ações contra o governo de facto em Honduras - ao bloquear estradas de acesso a Tegucigalpa e outras cidades importantes do país -, em San José, na Costa Rica, o presidente costa-riquenho e mediador do conflito, Oscar Arias, declarou na quinta-feira, 16, que a saída para o impasse deve incluir necessariamente a volta de Zelaya à presidência e propôs a criação de um governo de reconciliação. A proposta foi feita após Micheletti dizer que estava disposto a deixar o cargo que assumiu após o golpe do dia 28, desde que o governante deposto não reassuma a presidência.
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Estes programas, realizados há duas décadas, foram originalmente produzidos pela TV Bandeirantes e eram semanais. Era uma tentativa de fazer televisão sem recursos, baseada apenas na criatividade.